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Segunda, 06 de Julho de 2020

Microsoft seria a mais forte candidata a comprar a divisão de games da Warner Segunda, 06 de Julho de 2020

Microsoft seria a mais forte candidata a comprar a divisão de games da Warner

A Microsoft é uma das mais fortes candidatas em comprar a divisão de games da Warner Bros.O valor da operação poderia girar em torno de US$ 4 bilhões. As informações são do site The Information.

Também conhecida como Warner Interactive Entertainment, a divisão de games é proprietária de títulos bastante populares entre o público, como as franquias Mortal Kombat, Batman, Middle-Earth: Shadow of Mordor, Lego, Harry Potter e The Witcher 3: Wild Hunt. Além disso, caso a compra seja confirmada, diversos estúdios, como a Rocksteady, Monolith e a NetherRealm - baseados em países como EUA, Canadá e Reino Unido - também passariam ao controle da Microsoft.

Mortal Kombat: uma das franquias mais famosas do mundo dos games pode parar nas mãos da Microsoft

Além da Microsoft, outros estúdios peso-pesados do setor de games já haviam manifestado o interesse em comprar a Warner Interactive Entertainment. Entre eles, estão a Take-Two (que controla a Rockstar e a 2K), a Eletronic Arts e a Activision.

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Uma reportagem divulgada no último mês pelo canal CNBC já havia afirmado que a AT&T, atual controladora da Time Warner, já havia considerado a venda da sua divisão de games, como uma forma de amortizar a dívida líquida de US$ 180 bilhões que ela assumiu ao adquirir o conglomerado.

A venda da divisão de games pode amortizar a dívida que a AT&T assumiu com a compra da Time Warner 

Assim como vem acontecendo com outras empresas de mídia, as receitas da AT&T vêm sendo duramente atingidas pelo recuo dos anunciantes em suas campanhas publicitárias, principalmente por causa da crise gerada pelo coronavírus. Reportagens recentes dão conta de que o conglomerado planeja cortar mais de 3,4 mil empregos nos EUA. Isso fora a divisão de telecom, onde a operadora de telefonia também pretender fechar cerca de 250 lojas físicas, o que resultaria na demissão de outras 1.300 pessoas, segundo informou a Reuters, citando o principal sindicato Communications Workers of America.

Procurada pela agência de notícias Reuters, nem a Microsoft, nem a AT&T quiseram se manifestar.

Leia a matéria no Canaltech.


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