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Segunda, 17 de Dezembro de 2018

Policiais aproveitam denúncia para jogar Super Smash Bros Ultimate Segunda, 17 de Dezembro de 2018

Policiais aproveitam denúncia para jogar Super Smash Bros Ultimate

Neste último domingo (9), um grupo de amigos passou por uma situação que, infelizmente, é bem comum para jovens que moram em apartamentos: receber uma visita da polícia por causa de barulho excessivo.

O grupo estava em casa, jogando o recém lançado Super Smash Bros Ultimate para Nintendo Switch (que saiu na sexta-feira anterior, dia 7 de dezembro) quando foram interrompidos por policiais, que bateram à porta alegando que vários vizinhos haviam reclamado de barulho excessivo vindo daquele apartamento.

Já no local, os policiais averiguaram a ocorrência e perceberam que tudo não passou de um mal-entendido, já que os jovens não estavam fazendo nada exagerado no apartamento, apenas jogando videogame, comendo uns lanches e conversando entre si. E foi nesse momento que ocorreu o plot twist: um dos rapazes perguntou se algum dos policiais tinha interesse em testar o novo Super Smash Bros, e dois deles responderam afirmativamente, já pedindo licença para entrar no apartamento e assumir um dos controles.

Forreal doe pic.twitter.com/3xV8GGKXyl

— YOU JUST LOST 1 (@JoviJenovi) 9 de dezembro de 2018

Como esperado, o tweet que mostra os policiais uniformizados, de pé na sala com o controle na mão (é possível ver que eles não estão usando Joy Cons, mas controles de Gamecube, que podem ser conectados ao Switch a partir de um adaptador) fez bastante sucesso nas redes sociais, e está sendo compartilhado por aí como prova de que os videogames podem servir para aproximar as pessoas (principalmente porque se trata de um grupo de jovens negros periféricos, e o noticiário dos Estados Unidos está cheio de histórias de policiais que desrespeitam esses jovens sem qualquer motivo aparente, a não ser preconceito racial enraizado).

Mas é compreensível: se alguém te convida pra pegar o controle e testar um jogo ótimo que acabou de ser lançado, é impossível responder “não, obrigado” — e, pelo visto, a tentação também é irresistível mesmo se você for um policial averiguando uma denúncia doméstica.


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